Maradona e suas macaquices
Minha penúltima lembrança do Armando é ele rindo como uma hiena ensandecida num programa de tv argentino, no qual confessava a artimanha utilizada por nossos hermanos filhos da puta no jogo contra o Brasil, no longínquo ano de 90. Fiquei pensando: "Que motivo esse escroto tem pra rir? Parece que engoliu o capacete do motoboy que enraba sua esposa enquanto ele viaja pelo astral, se pica na coxa pois as veias do braço se acabaram, e acima de tudo é malquisto no seu próprio país, considerado mal exemplo para os jovens argentinos.
Eis que um ano e pouco depois, Diego Armando uma parada Maradona - parafraseando o Casseta - aparece fininho, com cara de gogoboy, sorriso no dentes e sem aquele ar de junkie que o perseguiu por anos. Ao lado de um outro escroto - sim, tirando as chupabilíssimas argentinas frequentadoras de Camboriú, 90% dos argentinos são escrotos - Paradona virou apresentador de programa de TV. Uma espécie de Chacrinha falado em portunhol, e com atrações de quilate internacional.
O primeiro foi Pelé. Aliás, até agora não sei se era o Edson ou o Pelé. Depois vieram outros, outras, entre elas a nossa deliciosa e turbinada rainha Xuxa, que aos 42 anos parece na mesma forma em que se apresentava quando foi chupada por Marcelo quando criança (Amor Estranho Amor). Isso tudo relato após acordar cedo para não perder o EE, único programa de esportes que me submeto na tv.
Eis que de repente aparece Diego entrevistando Armando. Entre uma escrotidão e outra, eles se perguntam desde quando não usam drogas. Um ano e meio. Estupefato fiquei, pois todos sabemos que para largar um vício é preciso cair em outro. Eu era viciado em Sorine e Bala Kids de leite. Quando o médico me disse, aos 13 anos, que era preciso largar disso, resolvi me viciar em buceta e cu. Por motivos óbvios: o cu substituiria o Sorine, e a buceta à bala. Nada mais natural. O ponto em questão é que Armando trocou o pico pela pica, segundo informações quentíssimas de meu amigo Osvaldo Tinhorão, que atualmente se ocupa com visitas às vinícolas de Mendoza. Diego largou da droga graças ao motoboy citado no começo do texto, que um dia enrabou tanto El Pibe quanto sua loiríssima esposa. Se não soubesse que os argentinos adoram esse tipo de pederastia, duvidaria da entrega, da escolha de Diego. Se algúem tem alguma dúvida, basta reparar na calça da gang que ele usa em seu programa. Dependendo do ângulo da câmera, chega a lembrar um famoso cantor sertanejo brasileiro, que mesmo com quase 50 anos insiste em usar roupas desse gênero.
O fato é que o ex-crack continua uma péssima influência para nossos filhos. Eu prefiro comprar fitas com os gols de Zico, de Nunes, até mesmo a fita "Isto é Pelé" a permitir que meus filhos usem o canal 39 para ver as pederastias desenfreadas do argentino.
E quanto aos artigos de Vermelhão e Valido, concordo em todos os quesitos. Principalmente sobre Bebeto, que com aquela mania de chorar quase me fez pensar no seu gosto por uma chapeleta escalavrada cheia de veias virada em 30° para a esquerda.

