Eu acho tudo uma merda

Uma piroca digital no cu de quem merece. Um blog para quem sabe que o mundo é escroto e que só o Flamengo salva.

28 novembro 2005

Prato do dia: "Medalhão ao molho de Frango"

Ingredientes:
receita 1 - euller, rodrigo fabri, amaral, luis mário e danrlei.
receita 2 - vampeta, marcelinho carioca, oseias e iranildo.

Adicione um senador vagabundo escroque que lava seu dinheiro no clube, e pitadas de um presidente que - mesmo vendo o time na merda - faz uma festa de aniversário para seu filho de 18 anos convidando todas as putas e modelos (praticamente a mesma coisa) que aparecem nos programas da Gimenez, da Galisteu e que fazem ponta no Teste de Fidelidade.

Depois de dar 11 camisas aos medalhões, frite-os em jogos contra juventude, ponte preta, coxa, são caetano e outras agremiações sem história, sem passado, sem presente, e acima de tudo, sem futuro. Deixar descansando após a fritura, pois em seguida jogaremos molho de catramelo enrijecido e envergado 30° para a esquerda. Esse molho requer cuidado, pois alguns ingredientes tem maior poder de absorção, e podem sugar e engolir tudo.

Por fim, arrume um torcedor de cada time, de preferência atleticanos de BH, torcedores do Brasiliense, e para dar um enfeite maior, do vasco e do fluminense e enfie o medalhão pelo cu adentro, até que os mesmos parem de gritar e peçam pra botar com carinho.

Esse é o prato da segunda-feira, o day after à queda destes 2 times de merda, em especial o galo mineiro, que finalmente alcançou o patamar que lhé é pertinente.

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21 novembro 2005

Um Fulham com coqueiros

Temo que, a esta altura, este cronista não tenha muito a acrescentar sobre a permanência do Maior Clube do Mundo na primeira divisão, salvo, talvez, uma expressão um tanto genérica de votos de que os eternos recalcados — os fregueses habituais de chez nous e os invejosos do interior caipira — possam tirar o melhor proveito possível de sua viagem forçada à puta que os pariu, aonde se dirigem, segundo parece, com o objetivo de agasalhar com o esfíncter já lasso uma trosoba hirta, fumegante e cheia de veias (royalties para o engenheiro Olavo Pascucci).

Os sete leitores que acompanham meus escritos talvez se recordem que o Dr. Tinhorão se encontra exilado na vizinha República Argentina, resolvido a não tornar a pôr os pés em casa enquanto o Flamengo persistir no vício de disputar rebaixamentos em vez de campeonatos. Talvez o dia da volta para casa esteja próximo, Deus esteja. Minha condição original — a de que os srs. Gérson Biscotto e Anderson Barros recebessem o que lhes é devido (um vigoroso pontapé nos entrefolhos e um "muito obrigado por porra nenhuma") — parece já ter sido cumprida com a intervenção branca dos srs. Kléber Leite e Hélio Ferraz no futebol rubro-negro.

Ainda assim, embora espiritualmente próximo do que se passa em São Sebastião do Rio de Janeiro, não posso acrescentar ao debate senão uma visão de exilado, baseada tanto nas notícias que me chegam diretamente do Brasil quanto nas que recebo pela mídia argentina. E é com base sobretudo nestas últimas que lhes comento a repercussão internacional de um título há muito armado para o Curintcha e para a máfia turca que o financia.

Disse "Curintcha" e já retifico: aqui não se fala no título da incolor e insípida (embora não inodora, longe disso) agremiação interiorana; fala-se, antes, no título de Carlitos Tévez. Vocês percebem? Há a nítida sensação, nestas latitudes, de que Carlos Tévez é maior que o clube que defende, uma percepção difusa de que el Curincha le queda chico. Guardadas as devidas proporções, é um pouco como se noticiavam os feitos de Pelé no Cosmos ou de Zico no Kashima — a notícia é o jogador, o clube apenas faz parte da paisagem.

Meses atrás, este cronista resumiu — quero crer que lapidarmente, foda-se a modéstia — a maneira como o mundo exterior enxerga esse Curintcha do sr. Joorabchian. Dizia eu que, cá fora, a impressão que se tem é de que se trata de um desses clubes de bairro que de repente sofrem um takeover de um milionário excêntrico e começam a gastar os tubos para aparecer no mapa. Uma espécie de Fulham com coqueiros.

O tratamento dispensado pela mídia internacional à quase conquista curintchana não me deixa mentir. Notícia é Carlos Tévez, nunca o Curintcha, menos ainda sua torcida sem sal. Num país acostumado a presenciar festas de verdade de torcidas idem, como as do Boca e do River, ninguém há de se comover com quinze mil pederastas a gritar "Timão" e a tropeçar em melodias simples como a de Runaround Sue, que há quinze anos a insossa Fiel não consegue aprender.

Também se noticia, por estas bandas, que "está todo arreglado [...] para que el equipo de Carlos Tévez sea campeón de Brasil" e que "la labor de [Márcio] Rezende y la decisión del Superior Tribunal de Justicia Deportiva [...] cambiaron el torneo".

Alguém ainda discorda de que o Curintcha é só um Fulham com coqueiros?

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Torcida???? Eu não vi nem ouvi isso ontem


Resolvi pegar um avião e acompanhar meu Mengão na tarde de ontem. Liguei para alguns amigos jornalistas, que me disseram que a temperatura na cidade estaria baixa, e quando cheguei, beirava os 25 graus. Não entendi absolutamente porra nenhuma, mas peguei meu casaco e fui pro fedorento estádio do Pinheirão.

Antes, porém, me levaram pra almoçar num bairro chamado Santa Felicidade. Lugar interessante, cheio de loiras com cara de batateira, porém com ancas deliciosas e seios fartos, o que me animou para o combate de mais tarde. É, me disseram que a torcida do Paraná é uma das mais fortes da cidade (palavras de um jornalista de um tal jornal chamado Tribuna), e que ela lotaria as dependências do estádio supra citado.

Para chegar ao estádio, usamos uma tal "via-rápida". Sério, eu me senti numa província asfaltada. O motorista cumprimentava todo mundo, eu tava vendo a hora que ele pararia o carro pra tomar café com alguém, tal qual fazem em cidades do interior. Muito estranho, cidade estranha, gente estranha...mas eu persisti, pois algo me dizia que aquela tarde seria diferente.

Mas quando pensei que já tinha visto tudo, eis que vem a pérola do dia. Estávamos descendo do carro, quando pararam 4 kombis (do mesmo tipo das utilizadas para transporte público no Rio), e desceram aproximadamente 25 torcedores cantando algo como "Correr, correr, é o melhor para sobreviver". Não entendi como um grupo tão "poderoso" fazia aquilo, pois eu já me juntava aos torcedores vindo do Rio e moradores de Curitiba. Quando eles se viram em minoria, fizeram uma curva - tal qual as de desenho animado - e foram para a entrada que lhes era reservado. Achei engraçado aquilo; meus amigos me disseram que as 4 torcidas do Paraná eram muito barulhentas, fanáticas...enfim, cada um fala o que quer.

No meio do jogo, ali pelos 40 do primeiro tempo, minha senhora, D. Amália, me liga para perguntar se aquele jogo não era no Rio: "Seu safado, vagabundo, esse jogo é em Volta Redonda, você inventou essa viagem só para pegar essas vagabundas dessa cidade de merda". Acalmei minha esposa, e questionei o motivo de tanta revolta. Então ela me disse "Só ouço gritos de Mengo, Mengo, e você disse que o jogo era no Paraná, ou contra o Paraná". Pedi ao Júnior então que pegasse a tabela e mostrasse pra minha adorável esposa. Ao ver que o confronto do primeiro turno fora no Rio (1x1), ela se acalmou e desligou o telefone. Acredito até que isso foi o fator determinante para a nossa vitória, pois dizem que azar no amor significa sorte no jogo.

Aproveito o espaço que me é reservado no blog para mandar todos aqueles que me torraram os bagos durante o campeonato TOMAREM NO MEIO DO OLHO DOS CUS DE SUAS BUNDAS. QUE SEGUNDA DIVISÃO É O CARALHO. E para não me esquecer, lembro A ESSA MEDÍOCRE TORCIDA PARANISTA QUE CABE EM 5 KOMBIS QUE FREGUESIA É A PUTA QUE OS PARIU.

Voltei pro hotel , não sem antes comer uma puta deliciosa numa tal Sexy, e hoje escrevo de uma lan. Ainda hoje retorno ao Rio, e espero ter a sorte de pegar o mesmo vôo do time.

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17 novembro 2005

Merdas da tv e do campo

Ontem resolvi acreditar que 11 merdas se transformariam em 11 guerreiros, e graças aos bons deuses mais uma vitória foi consumada. Jogando o suficiente no primeiro tempo, enrabamos 3 trolhas no meio do olho dos cus das bundas dos comandados de Espinoza, e demos mais um passo para sairmos do pelotão da merda.
Mas o que me chamou a atenção efetivamente foi o crápula que narrou o jogo - se é que aquilo pode se chamar narração - que a cada 5 minutos, isso após o segundo gol, ele falava "Se o Fortaleza fizer um gol agora, pode complicar para o Flamengo". Ao final do jogo, veio a pérola máxima: "Faltam 4 minutos, tá 3x0, mas em futebol tudo é possível". O nome desse merda é Eduardo Moreno. Guardem bem, pois logo ele estará narrando jogos na Globo, e não somente no ppv da Net.

Me pergunto se o projeto do tal do arrombado Marcelo Campos Pinto, de tornar o curintcha o maior clube, o time de maior torcida, blá, blá, blá persiste. Será que esse zé mané não enxerga que a torcida do "time" paulista pode até crescer, mas que ele precisa de um genocídio na torcida do Flamengo para que os números se equiparem? Ele acha que os torcedores do Norte e Nordeste virarão as costas para o Flamengo. E em troca para um "time" como esse aí?? Que teve a oportunidade de matar o campeonato ontem, e simplesmente deu margem para o Inter encostar, abrindo o cu para o insosso São Caetano?? Ora, eles que se cuidem, pois a gauchada vem com as trosobas fumegantes fervendo, com a cabeça roxa, doidos de vontade de arrombar os rabos desses jogadores de merda, que só por estarem na liderança se reservam o direito de fazer penteados homossexuais. E o pior, a porra da Globo dá 3 minutos no Globo Esporte para esse pulha mascarado, que pra ser jogador de futebol falta muito.

E o que falar do Vasco? O que falar de um time que fica badalado mesmo sob o risco do rebaixamento? O que falar de um time que tem um chupador de rola de nome fabio braz, e um tal de Morais que se acha craque? O que esses caras fizeram pelo futebol brasileiro para merecerem reportagens em qualquer programa de tv? O quê? Ontem, na belíssima Florianópolis, cidade de loiras chupabilíssimas, foram enrabados covardemente por Edmundo e seus asseclas. 3 gols do assassino detonaram as esperanças do bacalhau terminar a rodada livre do rebaixamento e na luta por vaga na sul-americana. Doce ilusão.

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14 novembro 2005

Um eterno criador de criaturas desprezíveis


Falar das transmissões de eventos esportivos sem falar de Galvão Bueno é praticamente a mesma coisa que ir ao Shopping Fashion Mall, em São Conrado, e não conseguir ver uma atriz global sequer, ou ir ao ensaio da Salgueiro e ver a Luana Piovani rebolando seu comibilíssimo cu num daqueles camarotes de merda.

Pois bem, depois de aturarmos anos de Galvão e seus ufanismos, seus ataques de pelanca e suas ininterruptas interrupções sobre os comentaristas da Globo, a mesma resolveu dar chances aos "narradores de gols do Fantástico". Apareceram então Maurício Torres e Luís Roberto, que ao lado do indefectível Cleber Machado tornam as transmissões dos jogos do Brasileirão insuportáveis.

Ontem resolvi parar com uma comum prática aqui em meu lar. A cada começo de jogo, esteja eu na Globo, na Record ou na GatoNet, eu aperto violentamente a tecla MUTE; assim não me irrito com as merdas - digo pérolas - da transmissão, e deixo minha raiva canalizada para os jogadores do meu time, que como bem disse o Vermelho Negrão, deveriam ser demitidos por empatar com tão escrota agremiação esportiva.

A certa altura dos acontecimentos, o sr. Luis Roberto resolveu fazer cálculos em cima dos resultados (diga-se de passagem, atitude tão escrota quanto as intermináveis porcentagens nos confrontos e os tabus). Ao invés de pensar que o Flamengo, time de glórias, com história, com tradição, e em curva ascendente no campeonato ganharia os 3 pontos - nada mais natural - o escrotíssimo locutor disse "se o Flamengo perder aqui, e o Coxa ganhar do Corinthians, o Flamengo volta pra zona de rebaixamento". Ora, sr. Luis Roberto, VAI TOMAR NO MEIO DO OLHO DO CU DA SUA BUNDA (parafraseando um jornalista Flamengo). Esse hábito dessa corja filha da puta da Globo tem como objetivo denegrir o clube de maior torcida do País, e isso demora....demora....demora...e não acontece. Os 30 e "poucos" milhões crescem todo dia, e contra isso não há atitudes endeusadoras da globo capazes de resolver.

Não contente com esse despautério, um tal de Marsiglia, que se diz ex-árbitro, resolveu falar a sua merda, afinal de contas faz-se necessário um conjuntos de pelotas de cocô para termos uma merda gigantesca. Ao comentar a atuação do juiz, ele reclamou do número de faltas do time do Flamengo, que tinha, àquela altura do campeonato, 29 faltas contra 12 do homofóbico grupo liderado pela bichoa de nome Galeano. A memória curta deste senhor fez com que ele esquecesse o jogo contra o Juventude, no qual o Felipe Gabriel tomou 4 porradas em menos de 3 minutos de jogo, ou os tempos do marrento Felipe, que era revezadamente espancado por adversários que mal sabem o significado do termo "futebol". Sr. Marsiglia, devo repetir o que disse acima: VAI TOMAR NO MEIO DO OLHO DO CU DA SUA BUNDA. E enfia esse apito de merda no cu, que sua esposa vai adorar.

O fato é que podem rezar missa, fazer despacho, pedir a Alá. MAS NÃO HÁ COMO LUTAR CONTRA A FORÇA DA MAIOR TORCIDA DO MUNDO.

E Galeano, só pra não perder o meu hábito: VAI TOMAR NO MEIO DO OLHO DO CU DA SUA BUNDA.

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09 novembro 2005

Viadagem da porra



Toda manhã ligo meu computador para acessar à internet. Especialmente quando minha adorável esposa cisma de ver o programa da gralha loira.
E o dia de ontem estava sendo especial. Calmaria na Gávea, loirinhas lindas sendo premiadas no campeonato de surf em SC, uma terragirl ninfeta do jeito que eu gostaria na minha juventude, até a hora em que abri um dos portais e vi 2 notícias:
- Maradona beijando Collin Farrel: Ora, não me surpreende que o El Pibe goste de pica. Afinal, ele gostava de pico, e de uma coisa pra outra é um passo. Ficou gordo, imenso, doidão. Quem me assegura que ele não se rendeu aos italianos, aos homens europeus, que em seus filmes pornôs gostam de tudo que possa ser usado durante o sexo. E ainda mais sendo argentino. Ou seja, tudo pra se tornar um boiola explícito, daqueles que não pode ver um catramelo virado em 30° pra esquerda que já quer cair de boca. Junte-se a este cenário um ator hollywoodiano. Pronto. É o sinal verde para a pederastia total. E o que mais irrita: um portal colocar uma merda dessa, uma demonstração de putaria desenfreada, de falta de vergonha no meio dos córnos, de profunda vontade de dar a bunda e gozar assim, para que todos vejamos e achemos que é algo normal.
- A bichona chorou: Pois é. To começando a achar que esse tal de Gaygliasso gosta da mesma coisa que suas supostas comidas: de piroca. Um cara que vem a público dizer que chorou por sua cena de beijo com outro peludo nao ter ido ao ar merece uma passeata gay em São Paulo, cidade que conta com um elevado número de boiolas praticantes. Enfim, esse assunto já rendeu aqui, e não convém ficar nem falando nem provocando essas merdas que gostam de sentir o charuto de carne esponjosa cheio de sangue na cabeça penetrando seus ávidos buracos de cagar.

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04 novembro 2005

A Braga brega e sua risada escrota


Sexta-feira é um dia de merda. Acordo tarde, ali pelas 7:30 da matina, e fico ligado nos programas da minha gatonet. Só que hoje acordei tarde, pois ontem à noite comi muita carne de porco com vinho italiano, e acabei ficando lesado (como diz Martinha, minha filha mais nova).
Isso tudo para dizer que - quando acordei - minha esposa estava na sala, vendo o programa da vaca loira e do papagaio de pirata bêbado. Como nunca parei 3 minutos na frente da TV para tentar a sorte com essa senhora loira, resolvi dar uma chance e perdi um tempinho vendo o programa que, segundo D. Amália, é um festival de quitutes orgasmaticamente deliciosos.
O fato é que o programa mostrava uma tal eleição do cachorro mais feio. Uma puta de uma maldade dessa senhora arrombada, que não tem mais o que fazer a não ser direcionar seu sanduíche de carne mijada para os seguranças, garotões e gogoboys para deleitar seu tesão incubado; uma senhora sacanagem com os bichos, que são fiéis aos donos, que se transformam em nossos melhores amigos, e depois, de prêmio, ganham uma ida a esse programa viado para serem eleitos como o mais feio.
Meus negos, com essa voz de arataca gozando durante a cópula, essa senhora deveria ser proibida de invadir nossos lares com esse sotaque irritantemente caipira. Fora que esse papagaio que deve ter uma trolha fumegante enterrada no esfincter fica o tempo inteiro falando, como se pedisse pra ser mais arrombado ainda até que a dor cale a sua boca.
A eleição ainda não acabou, mas ela ganhou todos meus votos. Da mais vagaba, da mais chata, da risada ininterrupta mais escrota do Brasil, e acima de tudo, da mais inescrupulosa senhora da televisão brasileira.

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